quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O valor da Oração! Parte I


O VALOR DA ORAÇÃO
Pr. Elinaldo Renovato de Lima






Se há uma atividade, na igreja local, e também na vida de cada pessoa cristã, que se torna difícil de ser realizada, é a oração.
Louvar a Deus, entoando hinos, cânticos e corinhos, não é tão difícil. É até agradável.
Pregar, desde que se tenha alguma inclinação para tal, também não é algo muito difícil.
Mas, orar, para a maioria das pessoas, não coisa muito atraente e agradável. Por que será assim? Por que a oração não desperta o interesse da maioria das pessoas? Por que, nos cultos de oração, vemos um número de crentes bem menor, em relação aos cultos de domingo, ou em relação aos “cultos de festa?”
A resposta não é muito complexa. É simples. É que a oração requer ação, participação direta do crente. É ele quem deve agir. É ele (ou ela) quem deve tomar a iniciativa, o desenvolvimento, e a conclusão da atividade de orar. Num culto de louvor, as pessoas participam sem muito esforço. No 
culto de pregação, muitos apenas assistem. Não participam. Mas a oração exige esforço, interesse, dedicação, desprendimento. E isso não é fácil.
Uma razão fundamental porque é difícil orar é que ela é INDISPENSÁVEL PARA O SUCESSO DE QUALQUER PESSOA CRISTÃ, ou de qualquer outra atividade que se fizer na igreja ou na vida pessoal. Sem a oração, a pregação falha; sem a oração, o louvor se transforma apenas em entretenimento; sem oração, o discipulado fracassa.
Sabendo disso, o adversário de nossas almas faz tudo o que puder para impedir que alguém se dedique à oração. Todo desestímulo, todo obstáculo é levantado contra a oração. Um estudioso afirmou que “o diabo ri de nossa sabedoria, zomba de nossas pregações, mas TREME DIANTE DE NOSSAS ORAÇÕES”. E é verdade. A oração faz tremer o inferno!
A rainha da Inglaterra disse certa vez: “Tenho mais medo de um crente que ora do que de um exército armado”.
Todos precisamos de oração. O jovem, de modo especial, precisa muito de orar. Daniel orava três vezes ao dia (Dn 6.10). Foi assim que ele escapou da boca dos leões. Seus três companheiros, Misael, Ananias e Azarias, também venceram a fornalha do rei. Eles eram jovens, e venceram. José venceu o demônio da sedução, da tentação do sexo; foi preso, caluniado, mas venceu a tudo e a todos, e Deus o exaltou de modo extraordinário.
Assim, todos, jovens ou velhos, precisamos nos dedicar à oração. É tão indispensável à alma, como o alimento é indispensável ao corpo.







  1. E é verdade. A oração faz tremer o inferno! A rainha da Inglaterra disse certa vez: “Tenho mais medo de um crente que ora do que de um exército armado”.


No Museu de Kisingtonna Inglaterra,  um interessante quadro que retrata o um nobre na ante-sala, aguardando a vez de ser recebidopelo reiUm pastor, ao ver esse quadro, ficou intrigado e escreveu as seguintes palavras em seu diário: "O Senhor nosso Deus, o Rei dos reis, nos recebe em audiência a qualquer momento do dia e nos abençoa."

Se você orar, maravilhas Deus vai operar.

Uma vez, certa família, fazendo um piquenique na praia viveu a seguinte experiência. A esposa e mãe, que tudo preparara com cuidados especiais, entrando na água, começou a se afogar. Então, o filhinho que brincava na areia das proximidades, ouvindo os gritos de socorro da mãe, andou uns passos para perto do pai, entretido com algumas coisas e falou: “Papai, mamãe está lá na praia. Eu acho que ela está se afogando”. O homem largou as coisas que estava fazendo, deu um salto, saiu a toda pressa a fim de resgatar a esposa... Não sei se vocês notaram, mas às vezes clamamos ao Pai com uma calma muito grande, enquanto se trata da vida ou morte, como neste episódio na praia. Oramos sem pressa, sem urgência nenhuma. Precisamos clamar!

Alguém já fez a seguinte afirmação: "Quando o homem trabalha, o homem trabalha; mas quando o homem ora, Deus trabalha".

Charles Spurgeon afirmou: "Sempre que Deus deseja realizar algo, Ele convoca seu povo para orar". Max Lucado, autor de vários livros, explica isso da seguinte maneira no livro Parceiros de Oração: "Quando agimos, colhemos os frutos do nosso trabalho, mas quando oramos, colhemos os frutos do trabalho de Deus".

Veja a que conclusão chegou um pastor sobre a relação de sua denominação com a oração. Disse ele: "Em Atos 2, os crentes oraram 10 dias; a seguir, Pedro pregou 10 minutos e 3 mil pessoas foram salvas. Hoje, as igrejas oram 10 minutos, pregam 10 dias, e três pessoas são salvas".

Ouça a história de uma igreja batista perto de Minsk, na Bielo-Rússia: A igreja queria comprar um terreno para a construção de seu templo, mas o dono não queria vendê-lo porque era para uma igreja; ele queria passar o terreno para uma discoteca. Então, os crentes se organizaram em oração; suplicaram... mas o dono não cedia. De repente o proprietário morreu. A outra pessoa que comprou o terreno, quando soube da história, disse: "Eu tenho muito medo dos crentes e vou vender o terreno para vocês". Então, pela graça de Deus, o terreno foi vendido para a igreja. Essa história verídica foi contada pela missionária autóctene da CBB, Ludmila Tersa (Jornal de Missões - Nov/Dez - 2001).







A missionária autóctene das igrejas da CBB, que atua na Bielo-Rússia, serve num hospital onde crianças que foram atingidas pelaradiotividade da usina nuclear de Chernobil, recebem tratamento especial. Elas têm de 10 a 12 anos de idade, mas a expectativa de vida é muito curta para elas, devido aos vários tipos de câncer. A missionária ora com elas para que possam dormir. Um menino de 12 anos disse nunca ter pensado que Deus tivesse tão perto de nós e que pudéssemos falar com Ele. (Jornal de Missões - Nov/Dez - 2001).

Existem requisitos para realizar uma oração eficaz, e estes são alguns: "Ter fé, orar em Seu nome, orar em Sua vontade, estar seguro de que Deus ouve, importunar, perseverar, e ser cheio do Espírito Santo. Todas estas condições se resumem em uma só: "...se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi tudo o que quiseres e vos será feito" (Jo 15.7). Se isto não se dá, será inútil orar. (da revista chilena "Aguas Vivas", pg.21 - Año 2/Nº 8 - Marzo-Abril 2001).

Faz pouco tempo, um marinheiro do Chile, contou que em porto marítimo havia um cais cheio de prostíbulos. Os irmãos ali se encontravam para orar em diversos pontos desse cais. Agora não há um só prostíbulo nesse lugar. Deus escutou a oração daqueles amigos!

"Um cristão de joelhos vê mais que um filósofo na ponta dos pés" (Augustus Toplady)

Jorge Müller costumava dizer que "um crente pode fazer mais em quatro horas, depois de empregar uma em orar, que cinco sem orar". (da revista chilena "Aguas Vivas", pg.32 - Año 2/Nº 8 - Marzo-Abril 2001).

Juan Bunyan dizia: "as melhores orações tem muitas vezes mais gemidos que palavras". (da revista chilena "Aguas Vivas", pg.32 - Año2/Nº 8 - Marzo-Abril 2001).

Em 1981, Gilberto Gil lançou o LP, (quem lembra do disco de vinil?), "A Gente Precisa Ver o Luar", que como os demais discos seus, obteve grande sucesso. Uma das músicas, talvez você se lembre, dizia: "Se eu quiser falar com Deus, tenho que ficar a sós; tenho que apagar a luz; tenho que folgar os nós dos sapatos, da gravata, dos desejos, dos receios; tenho que esquecer a data; tenho que perder a conta; tenho que ter mãos vazias; ter a alma e o corpo nus. Se eu quiser falar com Deus, tenho que aceitar a dor; tenho que comer o pão que o diabo amassou; tenho que virar um cão; tenho que lamber o chão dos palácios, dos castelos suntuosos do meu sonho; tenho que me ver tristonho; tenho que me achar medonho; e, apesar de um mal tamanho, alegrar meu coração. Se eu quiser falar com Deus, tenho que me aventurar; tenho que subir aos céus sem cordas pra segurar; tenho que dizer adeus, dar as costas, caminhar decidido, pela estrada, que ao findar vai dar em nada, nada, nada do que eu pensava encontrar". Esta canção". "Se Eu Quiser Falar Com Deus", de Gilberto Gil, 1980, como se vê facilmente na letra, trata sobre Deus. Fico intrigado com o fato de o famoso cantor ter idéias tão negativas a respeito de Deus. Chego a me perguntar: "De que deus ele está falando?Gilberto Gil não é o primeiro nem será o último a expressar sua frustração na busca religiosa. Por toda a parte há gente assim.

Alguém me enviou pela internet esta frase: "Ore até alguma coisa acontecer".

Você sabia que o calo do muçulmano está na testa? Ele adora tanto a Alá que, em posição de humilhação e quebrantamento, ecoa os gemidos de sua alma através da oração com o rosto em terra, várias vezes ao dia. Que coisa impressionante: a fim de cumprir o Salat(orações formais e obrigatórias), o muçulmano fricciona diariamente sua testa no chão, onde quer que esteja. É um compromisso que deverá ser realizado cinco vezes ao dia: ao amanhecer, ao meio-dia, no meio da tarde, ao pôr-do-sol e à noite. O calo do muçulmano está na testa. E o seu, aonde fica?

Coisa detestável é fazer uma ligação e ser atendido por uma secretária eletrônica! Que bênção é o fato de Deus não ter uma!!!

O pastor Israel Belo de Azevedo sugeriu uma pequena diferença entre a oração pública, no templo, e a oração particular, no interior de um cômodo de nossa casa. Trata-se de uma convenção em torno do "amém", que quer dizer "assim seja", que implica compromisso. "Quando orarmos em particular, ele sugeriu, "terminemos assim: 'Em nome de Jesus, amém'. No entanto, na oração pública, o mais adequado é terminar com "em nome de Jesus" e esperar que a congregação responda "amém", concordando e se comprometendo conosco". (Israel Belo de Azevedo, em O Jornal Batista, pg 10 - 09 a 15/07/2001).

Estava um pastor cruzando uma enorme ponte. No início dessa ponte, viu um mendigo, um senhor, muito velho, pedindo esmolas. Ele suplicava, pedia, gritava, só faltava agarrar nas pessoas... Ele demonstrava que realmente precisava daquela ajuda, então as pessoas iam depositando moedas em seu chapéu. Mas isso não chamou atenção do pastor. O que chamou atenção foi logo do outro lado da ponte, no final dela. Um homem como aquele que estava no inicio da ponte, sentando, com seu chapéu, parecia até que tinham combinado. Havia apenas uma e significativa diferença... este homem não pedia, não suplicava, ele havia colocado apenas um recado em um papelão e encostado ao lado do chapéu: "ME AJUDEM". Nenhuma moeda havia sido depositada!!! A partir daí dá pra sentir a diferença. Quando 
suplicamos a Deus, demonstramos que realmente aquela ajuda nos fará diferença, ele nos abençoa!!!












A Dra. Yeomans disse: “Se eu orar sem receber a resposta, eu começo a mudar. Por que? Porque alguma coisa terá que ser mudada antes de poder vir a resposta, e não é Deus quem será mudado, porque Ele é imutável.” Lembrei-me de ter lido essa declaração da Dra.Yeomans, de modo que comecei a fazer mudanças em mim mesmo. (Internet)

Uma senhora cristã resolveu entrar em batalha de oração pelo filho que era alcoólatra. Pôs-se a orar, jejuar e clamar a Deus pela sua salvação. Ela estava muito desejosa de vê-lo liberto. Sabe o que aconteceu? O rapaz piorou. Foi um espanto. Ele passou a beber como nunca! Se tomava uma garrafa de cachaça por dia, passou a tomar duas; se no fim de semana consumia um engradado de cerveja, passou a dois. Bebeu tanto que acidentou-se com o carro e foi internado em estado grave. No hospital, imobilizado e compungido, fez, finalmente, a sua decisão ao lado de Cristo. O agravamento de seu quadro era, na verdade, o princípio de sua restauração.Vale a pena resistir e ver o Senhor operar! (Marcelo Aguiar, em Cura Pela Palavra, pg 29).

Se você estiver demasiadamente ocupado para orar, então, verdadeiramente, você está demasiadamente ocupado para orar.



P.T. Forsyth disse certa ocasião: "O pior dos pecados é não orar".


Alguém disse que ouvir louvores não substitui o louvar e penso que o mesmo se aplica à oração: Ouvir oração não é orar - se alguém está nos guiando em oração é preciso concordar em oração, participar dela com "amém".

"A oração é um instrumento poderoso não para fazer com que a vontade do homem seja feita no céu, mas para fazer com que a vontade de Deus seja feita na terra" (Robert Law). 

Quando D. L. Moody (famoso evangelista americano que "ganhou" aproximadamente 1.000.000 de almas para Cristo) viajou 4.000 milhas para ouvir Spurgeon, ele refletiu desta forma – "O que mais me impressionou não foi o louvor, apesar de que acredito nunca ter ouvido tão grande cântico congregacional; não foi a exposição do Sr. Spurgeon , apesar da excelência da mesma, nem mesmo foi o seu sermão que mais me impressionou; mas foi a sua oração. Ele parecia ter tão grande acesso a Deus que podia trazer para baixo o poder do céu; este foi o grande segredo de sua influência e de seu sucesso."

  uma senhora cristã costumava dizer: “Se eu orar sem receber a resposta, eu começo a mudar. Por que? Porque alguma coisa terá que ser mudada antes de poder vir a resposta, e não é Deus quem será mudado, porque Ele é imutável.” 

E o Culto de Oração nas quartas ou quintas-feiras que tem virado uma lástima em algumas igrejas? Alguém me repassou uma Nota de Falecimento que diz o seguinte: Nota de falecimento: Faleceu, na Igreja dos negligentes e frios na fé, dona "Reunião de Oração", que já estava enferma desde os primeiros séculos da era cristã. Foi proprietária de grandes avivamentos bíblicos e de grande poder e influência no passado. Os médicos constataram que sua doença foi motivada pela "frieza de coração", devido à falta de circulação do "sangue da fé". Constataram ainda: "dureza de joelhos" - não dobravam mais - "fraqueza de ânimo" e muita falta de boa vontade. Foi medicada, mas erroneamente, pois lhe deram grande dose de "administração de empresa", mudando-lhe o regime; o xarope de reuniões sociais" sufocou-a; deram-lhe "injeções de competições esportivas", o que provocou má circulação nas amizades, trazendo ainda os males da carne: rivalidades, ciúmes, principalmente entre os jovens. Administraram-lhe muitos "acampamentos", e comprimidos de "clube de campo". Até cápsulas de "gincana" lhe deram pra tomar! RESULTADO: Morreu Dona "Reunião de Oração"! A autópsia revelou: falta de alimentação, como "pão da vida", carência de "água viva", e ausência de vida espiritual. (Fonte: estudosgospel@grupos.com.br).











Onde há uma semeadura de oração, sempre haverá uma colheita da manifestação do poder de Deus! (Luciano Subirá)

Ao orar junto com outros irmãos, você aumenta seu “poder de fogo” contra o inimigo, pois no reino de Deus, quando dois ou três se reúnem em nome de Jesus, o efeito não é de soma, mas de multiplicação. É sinérgico! Moisés cantou acerca deste princípio ao mencionar o que Deus fizera acerca do exército de Israel: "Como poderia um só perseguiu mil, e depois fazer fugir dez mil, se a sua Rocha lhos não vendera, e o Senhor não lhos entregara?" Dt 32.30. - (Anotação baseada em ministração de Luciano Subirá).

Uma irmã, que estava ministrando a Palavra de Deus, disse: "Nós precisamos orar aquilo que está no coração de Deus".

O Dr. Milton Andrade, ministrando no Seminário de Batalha Espiritual em Nova Friburgo, RJ, disse: "A oração é como um folha de cheque a ser preenchido a fim de se sacar as bênçãos do céu. Esse talão nunca acaba e a conta desse cheque nunca fica sem fundo. E como ninguém preenche um cheque escrevendo: pague por este cheque a quantia de mais ou menos cinqüenta reais", mas todos são bem específicos; assim precisa ser nossa oração: específica. Ah! Cheque sem assinatura, volta. Para sua oração não voltar sem resposta, ela precisa de assinatura. Nesse caso, a assinatura do cheque é a FÉ - sem fé é impossível receber de Deus alguma coisa!

De vez em quando os filhos também envergonham os pais, como aconteceu quando uma mãe pediu que sua filhinha orasse antes de uma refeição com várias visitas em casa. “Mas não sei o que orar, mamãe!” Sua mãe disse: “Diga o que você ouve mamãe falando para o Papai do Céu.” Então a filha orou: “Meu Deus, por que eu convidei tanta gente para almoçar aqui em casa hoje?" - Fonte:David J.Merkh, em Lar Cristão, ano 15, nº 62. 

Um homem nunca trabalha tanto e tão eficazmente como quando está de joelhos na presença de Deus. 

Era comum os seminaristas dos dias de Spurgeon visitarem o grande pregador para aprenderem com o grande ganhador de almas. O templo em que Spurgeon pregava possuía um sistema de aquecimento, para aquentar o edifício durante o inverno, como só acontece nos países do hemisfério norte. Ocorreu, porém, que num dia de verão muitíssimo quente, alguns seminaristas chegaram bem cedo para ouvir o grande evangelista. Ao chegarem, Spurgeon saiu-lhes ao encontro. E depois de tomar ciência de que se tratavam de futuros pastores, convidou-os a conhecer o sistema de aquecimento da igreja. Esse não era o melhor programa num dia tropical, mas dado a insistência de Spurgeon, os jovens aquiesceram. Passaram por algumas portas, quando de repente chegaram a um grande salão onde cerca de 700 pessoas clamavam a Deus pelo culto, pelas visitas e pelo pregador daquele dia. “Vejam, futuros pastores”, ensinou-lhesSpurgeon, “este é o verdadeiro sistema de aquecimento de nossa igreja”. Não é de se admirar que ele é chamado de o príncipe dos pregadores, e o mais citado em todo o mundo até os dias de hoje. - Fonte: www.cgbr.com.br/mensagens/detalhes.asp?id=41 

A posição mais poderosa na terra é estar de joelhos perante o Senhor do universo.

Se estamos demasiado ocupados para orar, estamos demasiado ocupados.

Duas partes mais importantes da oração são: "Por favor" e "Agradeço-te".

Durante muitos anos, os investigadores têm tentado determinar se a oração tem qualquer efeito na cura física. Um professor assistente da Faculdade de Medicina de George Washington diz que "tentar determinar cientificamente o efeito da oração na saúde é quase impossível." Até mesmo os Cristãos que concordam que Deus cura podem diferir amplamente em como, quando, e por quê Ele o faz. Lutamos para entender por que é que o Senhor restabelece a saúde a alguns, enquanto outros sofrem e morrem. - Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/2002/11/page24.html









Deus tem mais para nos dar do que aquilo que nós temos para lhe pedir.

"NOTA DE FALECIMENTO" - Faleceu, na Igreja dos negligentes e frios na fé, dona "Reunião de Oração", que já estava enferma desde os primeiros séculos da era cristã. Foi proprietária de grandes avivamentos bíblicos e de grande poder e influência no passado. Os médicos constataram que sua doença foi motivada pela "frieza de coração", devido à falta de circulação do "sangue da fé". Constataram ainda: "dureza de joelhos" - não dobravam mais - "fraqueza de ânimo" e muita falta de boa vontade. Foi medicada, mas erroneamente, pois lhe deram grande dose de "administração de empresa", mudando-lhe o regime; o xarope de reuniões sociais" sufocou-a; deram-lhe "injeções de competições esportivas", o que provocou má circulação nas amizades, trazendo ainda os males da carne: rivalidades, ciúmes, principalmente entre os jovens. Administraram-lhe muitos "acampamentos", e comprimidos de "clube de campo". Até cápsulas de "gincana" lhe deram para tomar! RESULTADO: Morreu Dona "Reunião de Oração"! A autópsia revelou: falta de alimentação, como "pão da vida", carência de "água viva", e ausência de vida espiritual. Em sua memória, a Igreja dos negligentes, situada na Rua do Mundanismo, número 666, estará fechada nos cultos de 4as e 5as Feiras; aos domingos, haverá Culto ou escola dominical, só pela manhã, assim mesmo quando não houver dias feriados, emendando o lazer de Sexta a Segunda. Vigília, nem pensar. Agora, uma pergunta: "SERÁ QUE O LEITOR NÃO AJUDOU A MATAR A DONA "REUNIÃO DE ORAÇÃO"? - Fonte: pastores@yahoogroups.com

Às vezes, algumas situações de nossa vida são tão desesperadoras e nosso sofrimento é tão grande que conseguimos apenas murmurar orações do tipo 911 a Deus. Elas são chamadas de orações "SOS", e quase sempre proferidas com as mesmas palavras: "Deus, preciso de ajuda!"

Satanás treme quando vê o mais fraco santo de joelhos.

...é um eterno dependente da oração dos outros. Crente assim até já foi apelidado de "irmão 6 horas" - ele vê os irmãos e vai logo pedindo: "Irmãos, cês ora por mim!"

C.H. Spurgeon foi um famoso evangelista. Certa vez, enquanto falava a seus alunos a respeito da oração, um deles lhe perguntou como se pode saber se as orações serão respondidas. Spurgeon, então, tirou do bolso um relógio de ouro e o colocou sobre a mesa, dizendo que quem quisesse poderia levá-lo. Todos os alunos ficaram muito agitados. Uns simplesmente não podiam crer que um relógio tão bonito pudesse ser dado assim. Outros comentavam: Se eu quiser pegar o relógio, e ele decidir tomá-lo de volta, não ficaria embaraçado? Entrementes, ainda outros diziam: E se ele mudar de idéia de repente? Nesse ínterim, uma garotinha dirigiu-se ao senhorSpurgeon e disse, com resolução: Eu quero o relógio. Tome-o, e tenha cuidado para o manter sempre em bom estado. E, concluindo, acrescentou Spurgeon: Quando eu disse que daria o relógio, realmente falei sério. Por que vocês não creram? Vejam bem: o que Deus nos deseja dar é algo muito mais precioso que o relógio; Ele nos quer dar Seu próprio Filho para ser nossa vida. Por que, então, estando Deus querendo tanto dar, estamos ainda hesitantes em receber?

Rachel Hickson é uma missionária que dirige uma igreja em Londres. Em maio de 2000 ela tomou um avião para a Noruega. Ao seu lado, sentou-se um homem. Puxando conversa, ela perguntou-lhe para onde estava indo. Ele então disse que estava deixando a Inglaterra e a organização ao qual estava ligado porque não conseguira trabalhar. Sem entender direito, a missionária perguntou-lhe qual era o seu trabalho. "Sou feiticeiro, e alguma força estranha está me impedindo de realizar meu trabalho neste lugar. Meu espírito está fraco, a atmosfera está pesada". A missionária sabia de que força aquele homem estava falando. Ela lembrou-se do M25, um grupo de crentes que ora incessantemente por Londres. Tal como M25 é uma via que circunda Londres, as orações do grupo estão cercando aquele lugar impedindo, assim, que forças do mal invadam a cidade e o país. (Revista da Campanha de Missões Mundiais 2001).

Cyril J. Barber escreveu um livro sobre liderança cristã e num dos capítulos lemos: "Nossas orações diárias diminuem nossas preocupações diárias"

Em suas Parábolas Vivas, o pastor João Falcão Sobrinho conta uma sobre os "Olhos de Emy" - uma meninazinha que nos seus 3 anos de idade, sonhava em ter olhos azuis. Todos na casa de Emy tinham olhos azuis. Todos... menos Emy. Um dia, tendo aprendido que Deus responde às orações, Emy orou: "Papai do Céu, gosto de todas as coisas que o Senhor faz. Mas... gostaria de pedir... por favor... quando eu acordar amanhã cedo, quero ter olhos azuis como os da mamãe! Em nome de Jesus. Amém". Emy orou direitinho! Ela teve fé. Ao acordar no dia seguinte, correu para o espelho. Olhou... e qual era a cor de seus olhos? Continuavam castanhos. Por que seus olhos continuavam azuis ela não entendeu. Mas se manteve confiante em Deus. Anos mais tarde, Emy foi ser missionária na Índia. Ela se dedicou em comprar crianças para salvá-las, pois as crianças eram vendidas por suas famílias. Porém, para poder entrar sem ser reconhecida como estrangeira, ela precisou se disfarçar de indiana. Passava pó de café na pele, cobria os cabelos, vestia-se como as mulheres do país e transitava para lá e para cá com tranqüilidade, pois aparentava ser uma indiana. Um dia, uma amiga missionária olhou para ela disfarçada daquele modo e disse: "Emy! Você já pensou em como você faria para se disfarçar se tivesse olhos azuis como os de todos na sua família?" ...que Deus inteligente, sábio é o Senhor a quem servimos! (O Jornal Batista, pg 5 - 22 a 28/04/2002).











Certo pai cristão, zeloso e temente a deus, lutava para que seu filho se convertesse. De tanto ouvir os conselhos e as orações do pai, o moço sentiu-se incomodado e resolveu sair de casa. A despedida no portão foi triste. O pai com lágrimas nos olhos abençoou o rapaz e o viu partir sem dizer para onde. Ali mesmo no portão, ainda soluçando, ajoelhou-se e orou: "Oh! Deus, salva o meu filho!" Essa luta só ia terminar na hora da morte. Desde que seu filho partiu, aquele pai orava várias vezes ao dia, a mesma oração: "Oh! Deus! Salva o meu filho". Depois de vários meses, sumido em uma cidade distante, sem dar notícias; aquele filho foi tomado por uma grande saudade. Sentiu saudades de casa e do velho pai. Na véspera do Natal estava inquieto e deprimido. Pela primeira vez, depois de muitos anos, desejou participar de um culto. À noite, saiu à procura de uma igreja e lhe informaram sobre um pequeno vilarejo onde funcionava uma pequenina congregação. Em lá chegando, entrou, assistiu, atenta e reverentemente, a programação. Após a mensagem, atendeu ao apelo e entregou sua vida a Jesus. No outro dia, logo cedo, foi à Agência dos Correios e passou o seguinte telegrama para o velho pai: "Pai, ontem, dia 24 de dezembro, véspera de Natal, às nove da noite, aceitei Cristo como Salvador. Agora sou um crente. Breve irei vê-lo". No rodapé mandou o seu endereço. Quando o telegrama chegou, a velha esposa e mãe que também orava pela salvação do filho, leu a gloriosa notícia e correu para o quarto. De joelhos sobre o telegrama, rendeu mil graças a Deus. Depois de agradecer a grande bênção, foi ao correio e mandou a seguinte resposta para o filho: "Querido filho, no dia 24, véspera do Natal, exatamente às nove da noite, seu pai morreu. Às últimas palavras que ele disse foram as seguintes: "Oh! Deus! Salva o meu filho!(Joaze Gonzaga de Paula, em O Jornal Batista, pg 4b - 29/04/ a 05/05/2002).

Certa vez, o dinâmico evangelista Moody, que tem o seu nome ligado a diversas instituições, fazia uma viagem através do Oceano Atlântico, quando irrompeu, a bordo, um incêndio de gigantescas proporções. Diante do perigo que a todos ameaçava, passageiros e tripulantes, alinharam-se e foram passando os baldes d'água para dominar o fogo. Vendo as labaredas do incêndio e a fumaça negra, que subia encaracolada, disse um crente ao notável pregador: "Vamos ali, a um canto, orar para que Deus nos auxilie a debelar o mal."Moody, porém, contestou: "Não senhor, será muito mais conveniente que oremos aqui mesmo na fila, enquanto vamos passando os baldes." E assim fizeram. Enquanto trabalhavam ativamente para extinguir as chamas, iam pedindo a Deus que os ajudasse. E dentro em pouco o fogo foi completamente abafado. Orar e agir conjuntamente - eis o segredo das grandes vitórias. - Fonte: Renato Vargens - rvargens@email.it

A professora pergunta aos alunos: - Quem aqui faz oração antes das refeições? Todos levantam a mão, menos Joãozinho. - Joãozinho! Você não ora antes das refeições? - Não, fessora... Lá em casa não precisa! A minha mãe cozinha bem! 

Ninguém pode ser vencedor sem se tornar um guerreiro na oração.

Mais honramos a Deus quando Lhe pedimos por coisas difíceis do que coisas fáceis.

Relata-se que John Wesley, em certa ocasião, passava por uma estrada quando avistou um homem, de joelhos, junto à margem, quebrando pedras. "Ah, disse o famoso pregador, como desejaria quebrar os corações daqueles que me ouvem com a mesma facilidade com que essas pedras são quebradas." O homem, levantando a cabeça, respondeu: "O senhor já tentou quebrá-los em seus joelhos?" 

A oração fará um homem deixar de pecar, ou o pecado fará um homem deixar de orar. - John Bunyan

O grande Miguel Faraday, considerado como um dos maiores químicos e filósofos naturais de toda a história inglesa, foi também um dos grandes cristãos dos seus dias. De certa feita, emissários da rainha o procuraram para um convite e não o acharam em casa. Já o tinham procurado no laboratório, em vão. A empregada da casa, ao sentir a insistência que demonstravam para o encontro com Faraday, declarou: "Ele deve estar na reunião de oração da sua igreja, pois tem por hábito assistir a todas as reuniões da sua igreja". De fato, lá o encontraram. - David Gomes

Durante mais de quarenta anos, o sol nunca se levantou na China, sem me encontrar de joelhos, em oração. - Hudson Taylor 

“A melhor coisa que podemos fazer é abandonar os nossos planos, esmigalhar nosso discurso, afastar os bancos de nossas igrejas e cair de joelhos.” - Tommy Tenney

O grande pregador Moody disse o seguinte acerca da oração: "Ela é a porta pela qual Deus opera a sua vontade soberana em nossas vidas. A vida sem oração é inconcebível: Felicidade ou vitória, sem darmos graças. Esforços diários coroados de êxito, sem Deus partilhar. Problemas difíceis, sem Deus para aconselhar. Impotência e fraqueza, sem pedir auxílio a Deus. Desgostos, sem recorremos a Deus para consolação. Aflições, sem o socorro divino. Há muita solidão e tristeza numa vida sem oração. Oração não é um argumento bem idealizado; não é uma imposição; não é um meio de persuasão; não deve ser um rol de pedidos para benefício pessoal. Oração é trabalho e é poder. A oração: É uma solene correspondência entre nós e Deus. Leva à mais íntima comunhão e convivência com Deus. É a nossa respiração espiritual vitalizante. É uma transação entre nós e Deus. É um refúgio para o fraco; e um reforço para o forte. É a chave para a direção divina. É o fator mais importante para moldar o carácter em conformidade com o propósito divino. É um mandamento. É o maior privilégio que nós possuímos. É a expressão de necessidades e gratidão. Um filho de Deus vê mais apoiado nos joelhos do que um filósofo na ponta dos pés."

Moody também dizia que não há registros de Jesus ter ensinado os seus discípulos a pregar, mas ensinou-os a orar.

A oração coletiva dos crentes é a primeira parte de um Pentecostes; a conversão dos pecadores, a outra. Começa somente com "uma reunião de oração", mas termina com um grande batismo de milhares de convertidos. - Artigo de autoria de Charles H. Spurgeon, publicado na revista "Fé para hoje", Edição no.13 - Editora Fiel.

Oh! que o Senhor levante na igreja mais homens como John Knox, cujas orações causavam à rainha Maria mais terror do que 10.000 soldados! Oh! que tenhamos mais homens como Elias, que através de sua fé abriu e fechou as janelas dos céus. - Charles H. Spurgeon, publicado na revista "Fé para hoje", Edição no.13 - Editora Fiel.

Há a história do vendedor que estava procurando uma vaga para estacionar seu carro. Rodou alguns quarteirões uma vez, duas vezes, várias vezes, e finalmente, já em desespero, deixou o carro numa calçada, e pôs no pára-brisa um bilhetinho: "Seu guarda, dei dez voltas no quarteirão e não achei vaga; se não fizer a entrevista com um cliente, perco o emprego. 'Perdoa-nos as nossas dívidas'". O guarda encontrou o bilhetinho e deixou outro com a multa: "Há 20 anos que dou voltas neste quarteirão. Se não multá-lo, quem vai perder o emprego sou eu. 'Não nos deixes cair em tentação!"

"A oração é um instrumento poderoso não para fazer com que a vontade do homem seja feita no céu, mas para fazer com que a vontade de Deus seja feita na terra" (Robert Law).

Conta-se que um velho árabe analfabeto orava toda noite com tanto fervor e com tanto carinho que, certa vez, o rico chefe de uma grande caravana chamou-o e lhe perguntou: por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, se nem ao menos sabes ler? O crente fiel respondeu: Grande senhor, conheço a existência de nosso Pai celeste pelos sinais Dele. Como assim? Indagou o chefe, admirado. O servo humilde explicou: quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu? Pela letra. Respondeu. E quando senhor admira uma jóia, como é que se informa sobre a sua autoria? Pela marca do ourives, é claro. O servo sorriu e acrescentou: quando ouves passos de animais, ao redor da tenda, como sabes, depois, se foi um carneiro, um cavalo, um boi? Pelos rastros, respondeu o chefe, surpreendido. Então, o velho crente convidou-o para fora da barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a lua brilhava, cercada por multidões de estrelas, exclamou, respeitoso: Senhor, aqueles sinais lá em cima, não podem ser de homens! Naquele momento o orgulhoso caravaneiro, rendeu-se às evidências e, ali mesmo na areia, sob a luz prateada do luar, começou a orar também.

Por volta de 1490, dois jovens amigos, Albrecht Dürer e Franz Knigstein, queriam ser artistas, mas estavam enfrentando muitas dificuldades. Por serem pobres, eles trabalhavam para sustentar-se, enquanto aprendiam a pintar quadros. O trabalho tomava grande parte do tempo deles e, por conseguinte, o progresso nos estudos era lento. Um dia, chegaram a um acordo: tirariam a sorte, e aquele que perdesse trabalharia para sustentar os estudos do outro. Albrecht foi o vencedor e continuou a estudar, enquanto Franz trabalhava em um serviço pesado. Pelo acordo, quando Albrecht se tornasse famoso, sustentaria Franz nos estudos. Albrecht partiu para as cidades da Europa para concluir os estudos. Hoje, o mundo todo sabe que ele não tinha apenas talento; era um gênio. Quando ficou famoso, ele voltou para cumprir sua parte no acordo com Franz. Logo a seguir, porém, Albrecht constatou o preço enorme que Franz havia pago. Por ter trabalhado com as mãos executando tarefas pesadas para sustentar o amigo, Franz ficou com os dedos rígidos e tortos. Suas mãos, antes esguias e sensíveis, estavam arruinadas para sempre. Ele não podia mais realizar as delicadas pinceladas necessárias para produzir uma bela pintura. Apesar de não poder concretizar seus sonhos artísticos, ele não se tornou uma pessoa amargurada. Ao contrário, alegrou-se com o sucesso do amigo. Um dia, Albrecht encontrou Franz casualmente e o viu ajoelhado, com as mãos retorcidas em atitude de oração, suplicando silenciosamente pelo sucesso do amigo, embora ele próprio não pudesse mais ser um artista. AlbrechtDürer, o grande gênio, fez um esboço rápido das mãos de seu fiel amigo e, mais tarde, completou a magnífica obra-prima conhecida como As Mãos em Oração. Hoje, as galerias de arte de todos os lugares exibem as obras de Albrecht Dürer, e essa obra-prima em particular retrata uma eloqüente história de amor, sacrifício, trabalho e gratidão. Nela, os povos do mundo inteiro também encontram conforto, coragem e força. - Extraído do livro Histórias para o Coração, United Press.

John Knox fez, apaixonadamente, a seguinte oração: "Ó Deus, dá-me a Escócia ou eu morrerei!".

Myrtes Mathias: "Por esta terra verde-amarela,/ tão bela,/ que guarda o pulmão do mundo,/ mas tem mais a forma de coração,/ entre ela e o amor de Deus que salva,/ quem se coloca em intercessão?/ por esta terra verde-amarela,/ que ainda pertence ao terceiro mundo,/ com tanto ouro sob seu solo,/ o maior rio, a maior floresta,/ flora e fauna que são uma festa,/ e até no céu uma cruz de estrelas,/ lembrando a hora da redenção,/ quem se coloca em intercessão?/.

Podemos ler todos os livros que têm sido escritos sobre oração, mas enquanto não tomarmos a firme decisão de orar, não aprenderemos o que é orar. - Hope Mc Donald

Passa-se uma média de 16 horas acordado. Dedica-se apenas 5 minutos do dia a Deus. Restam 15 horas e 55 minutos para se gastar com os próprios projetos. Acontece que este tempo representa uma grandeza 200 vezes maior que 5 minutos. Como resultado, a dimensão efêmera do mundo material tornou-se 200 vezes mais concreta que a dimensão espiritual que é eterna. - Ricardo Godin Rodrigues, emKerigma - 1002.

Perguntaram ao pastor de uma grande igreja de Pennsylvania, nos Estados Unidos, que experimentava um fenomenal crescimento e grande poder espiritual, qual era o segredo daquilo e ele respondeu: "Eu creio que o crescimento desta igreja pode ser atribuído às reuniões de oração que venho mantendo diariamente com minha esposa, que é inválida". Quem pode avaliar o poder de uma igreja que é composta de famílias que aprenderam o segredo da oração em grupo? - Mensagem da Cruz.

Certo homem de Deus, que servia numa região remota do mundo, teve que fazer uma viagem urgente, a fim de resolver um problema de vida ou morte. Correu através da mata até que chegou à margem de um rio turbulento cujas águas a enchente engrossara. A correnteza era tão forte que barco nenhum poderia arriscar-se a uma travessia. Os que estavam ali disseram que não adiantaria, que era melhor abandonar a idéia de cruzar o rio: ninguém poderia enfrentar aquela torrente impetuosa. Então o homem de Deus ajoelhou-se ali, à margem do rio e começou a orar. Momentos depois de ter iniciado sua súplica ao Pai celestial, uma grande árvore, cujas raízes haviam sido minadas pela água do rio, caiu e de tal maneira que sua copa foi pousar na outra margem. Era exatamente o cumprimento necessário para que os homens passassem para o outro lado, sem dificuldade.. Foi resultado da oração. - Leo Satterfield.

Um inquérito feito em um dos maiores seminários evangélicos do mundo revelou que 92% dos alunos que se preparavam para o ministério não cultivavam vida devocional. Isto é não tinham o costume de orar e de ler a Bíblia regularmente. Esses jovens vão ser pregadores sem poder. - O Jornal Batista.

Diz-se que Maria Stuart, rainha da Escócia, tinha mais medo das orações de João Knox do que um exército de dez mil homens. E Tiago declarou: "Muito pode a súplica fervorosa de um julgo". - O Jornal Batista

Em 1317, o papa João XXII ordena rezar "Ave Maria". Enquanto Jesus recomendou que ao orar não se deve usar de repetições (Mt 6.8).

Homens e mulheres da Bíblia, gigantes na oração, o foram pela pertinácia de estar a sós com Deus. Assim vemos Moisés, no monte Sinai, intercedendo pelo povo transgressor. Elias no monte Carmelo com o rosto entre os joelhos, suplicando chuva sobre a terra árida. Ana com os olhos marejados de lágrimas, sem conseguir balbuciar as palavras, a suplicar um filho. Ezequias, a sós, colocando as cartas agressivas dos assírios perante o Senhor. Pedro sozinho, no terraço de Simão, orando por novos campos de ação. Assim centenas de outros exemplos poderiam ser computados. - Júlio Oliveira Sanches, em O Jornal Batista.

Certa esposa, quase desanimada com o gênio incontrolável e violento de seu marido, resolveu falar com Deus, expondo-lhe certos detalhes da vida de seu jovem marido. Não conformada, convidou uma amiga para ajudá-la nesse difícil mister. Esta, certa vez, achou prudente, após muitos períodos de palestras com Deus em oração, que aquele jovem também participasse daqueles salutares instantes. Resolveu perguntar-lhe se tinha vontade de falar com Deus. O esposo de sua companheira angustiada respondeu-lhe que nunca, em sua vida, pensara em falar com Deus. "Vamos experimentar, não custa", disse-lhe a bondosa amiga. E, qual foi o resultado? Deus, na sua insondável sabedoria, travou um palestra tão tímida com o moço que ele, com o coração transbordando de alegria e os olhos, pela vez primeira, inundandos de lágrimas, exclamou com muita emoção: "Falei com Deus e Ele me ouviu!". - Daniel Horácio, em O Jornal Batista.

Conta-se que durante a segunda guerra mundial, uma viúva italiana ficou sem dinheiro para pagar os aluguéis da casa onde morava. Orou, clamou, jejuou durante muitos dias e nada adiantou. Em desespero, foi despejada pelo proprietário e obrigada a procurar abrigo em casa de parentes numa cidade vizinha. Logo após sua saída, a cidade foi totalmente arrazada por bombardeio nazista. Agora tudo ficou claro. O silêncio de Deus era para seu bem. Não precisava tanta preocupação e angústia. Era só louvar a Deus pela falta de dinheiro e tudo teria sido melhor. - Samuel Barreto, em O Jornal Batista, 19.09.1992.

Quando as pessoas enfrentam provações, com freqüência, começam a orar apenas como último recurso. Conheci um homem que estava travando uma batalha corajosa contra o câncer. Quando as pessoas observaram o efeito gradual desta doença no seu corpo e no seu estilo de vida, alguém disse: "Bem, já tentamos tudo. Creio que está na hora de começar a orar." Outro homem estava atravessando uma situação extremamente difícil no emprego. Tratava-se de uma crise de enormes proporções que tinha implicações ameaçadoras para ele e para o futuro da sua empresa. Ele simplesmente não podia resolver a situação. Finalmente ele disse: "Tentei tudo o que sabia para atravessar esta situação e nada tem funcionado. Está na hora de começar a orar."

A oração deveria ser a nossa primeira reação em vez de ser o nosso último recurso.

Orando por paciência: "Meu Deus, dai-me paciência... mas tem que ser já!"

Torna-se alegre e desafiador o testemunho do pastor Russel Shedd no seu livro "Alegrai-vos no Senhor": "Poucas pessoas tiveram o privilégio que eu tive, de crescer num lar cuja primeira lembrança é a de mamãe ajoelhada junto à sua cama. Nunca vou esquecer o seu vulto ajoelhado, embora eu não tivesse mais de quatro anos de idade quando a cena me impressionou pela primeira vez. Durante várias ocasiões, em silêncio, intercedendo por nós, os filhos, e pela igreja da Bolívia, minha mãe criava em volta de si uma atmosfera sagrada. Não havia a luz de uma auréola, nenhum halo, mas nós, crianças, sempre passávamos quietinhos quando ela orava. Foi uma experiência que se repetiu todos os dias, um privilégio que teve realmente um papel importante na formação de meus primeiros ideais com respeito à oração. Embora ela intercedesse muito silenciosamente, sabíamos o que ela estava pedindo. Nós crianças estávamos no topo da lista. Sabíamos quais os principais assuntos das suas orações porque a nossa família sempre se reunia para orar antes do café da manhã..." - João Vieira Filho, em O Jornal Batista.

Certa vez, W.E. Sanger disse: "Quanto mais amadurecidos nos tornamos mais desejamos orar pelo simples prazer da comunhão com Deus".

No passado uma mãe orava pelo filho distante, sempre que sentia saudades. Hoje, ela apanha o celular, telefona e fica sabendo se o filho passa bem. No passado, a dona-de-casa punha um bolo para assar e pedia a Deus não deixar passar do ponto. Hoje, ela usa o microondas e programa a temperatura e o tempo exato de preparação do bolo. Antes, o fazendeiro orava para que chovesse no dia e na semana seguintes. Hoje, ele consulta pela internet e sabe do serviço metereológico via-satélite de como será o tempo. Os pais oravam para que os filhos nascessem homens ou mulheres. Hoje, fazem um ultrassom e sabem do sexo por antecipação. Enfim, muitas das coisas que faziam orar no passado já não o fazem mais, automaticamente, no presente. - Adaptado de artigo do pr Caio Fábio.

Na guerra de secessão ocorrida nos Estados Unidos de 1860 a 1865, o general John Brown Gordon, do exército confederado, juntou-se aos seus comandados num grande movimento de oração em favor da vitória, n véspera da batalha de Shapsburg. O resultado foi uma contundente derrota, a maior do exército do sul. O desapontamento de todos foi enorme. Alguns oficiais acharam mais prático fabricar munição, ao invés de oração. Mas a história se encarregou de mostrar que se os confederados tivessem entrado em Washington, os Estados Unidos nunca seriam a nação que são hoje. Ai de nós se Deus atendesse sempre às nossas orações de acordo sempre com o que lhe pedimos! - Rubens Lopes, em O Jornal Batista.

Lembro-me daquele irmão que orava firmemente pela conversão do seu sogro que era espírita há 40 anos! E, nos momentos decisivos, antes da sua conversão, disse: "Senhor, olha o teu arquivo divino e vê que há muito tenho orado por ele e salva-o agora!" Nesse mesmo espírito devemos orar em favor do nosso estado, do Brasil, em favor das nações (Sl 2.8). - Agnado L. Sacramento, em O Jornal Batista.

Certa senhora uma vez me pediu que orasse por ela, pois, dizia ela, "a minha fé é pequena". Aí está; se a fé é pequena, mais um motivo para o necessitado se demorar orando e orar mais intensamente. Deus até proibiu certa vez um servo seu de orar por alguém. Sabia disto? Pois lá está: "Não ores por este povo nem levantes por ele clamor nem oração..." (Jr 11.14). É o caso de 1 João 5.16. - Assis, em O Jornal Batista.

Um irmão da Operação Mobilização, aconselha: "Não apenas leia as cartas, leia e ore. Quando você vê algo ao vivo na TV, você pode imediatamente orar pelo que você está vendo. Você pode conversar ao telefone e orar enquanto conversa... ao ouvir coisas numa reunião, no rádio ou em qualquer lugar, rapidamente ore... enquanto você escreve uma carta, você pode orar. Leia, ore; veja, ore; telefone, ore; ouça, ore; escreva, ore...

E.M. Bounds disse que "o pequeno valor que damos a nossa oração torna-se evidente pelo tempo que dedicamos a ela".

O segredo do sucesso está numa sólida determinação regada com oração. Lembra a crônica do erudito patrício Rui Barbosa, sobre oração e trabalho, uma das mais belas páginas da literatura brasileira. Com oração e trabalho, o que não pôde ser feito se torna possível.

Certo missionário veterano, ao voltar para a China, depois de longa ausência, foi visitado por um chinês que fora convertido em seu ministério, e este trouxe consigo seis novos convertidos, que ele levou a Cristo, tirando-os da degradação e do vício do ópio. "Qual o remédio que você lhe deu?", perguntou o missionário. A única resposta do chinês foi indicar, de modo significativo, os próprios joelhos, querendo dizer que a oração intercessória fora o segredo de tão grande vitória. Não há como negar, a intercessão é um dos mais importantes recursos de que dispomos na realização da obra divina. Daí porque constumarmos dizer: "Muita oração, muito poder; pouca oração, pouco poder; nenhuma oração, nenhum poder".

Alguns pastores não ficam de pé porque as suas igrejas não estão de joelhos.

"Quando já não suportares em pé enfrentar as tempestades da vida, tente enfrentá-las de joelhos".
Abimael Alves. 9/4/07
Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair? Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair. O segredo está nos tendões das pernas do passarinho. Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa. É uma maravilha, não é? Perfeição do Criador para segurar o passarinho! Mas, não é tão diferente em nós. Quando nosso "galho" na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado em oração. Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas que o fazem perder a fé, desanimar de caminhar; não caminhe mais sozinho, Jesus quer fortalecê-lo e caminhar junto com você. É Ele quem renova suas forças e sua fé. Se Deus cuida de um passarinho, imagina o que não fará por você Seu filho amado, basta você CRER! "Lançai sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós" 1 Pe 5:718.6.2009
Não existe oração errada. Aliás, a oração errada é aquela que não é feita.2.10.2009
Misturar em doses certas oração e ação, encontrando o equilíbrio apregoado simultaneamente no início do Século XVI por Lutero ("É preciso orar como se todo trabalho fosse inútil e trabalhar como se todo orar fosse em vão") e por Loyola ("Devo rezar como se tudodependesse de Deus, trabalhar como se tudo dependesse de mim").05/10/2009
'Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a Deus.'  'Nada está fora do alcance da oração, exceto o que está fora da vontade de Deus.'15.10.2009
Como igreja não temos aprendido a olhar essas pessoas. Certo domingo após um eloqüente sermão, um homem muito simples, e de aparência pouco atraente, que vez ou outra aparece, pediu-me que estivesse orando por ele durante a semana, pois estava muito mal de saúde. Disse-lhe que ficasse tranqüilo, que o faria. Mas esqueci completamente, pois sua débil figura não me veio a mente nenhuma vez. No domingo seguinte lá estava o pobre homem na fila para apertar a minha mão, e com um sorriso no rosto me perguntou: - “Pastor, o senhor orou por mim, não foi? Deus ouviu sua oração, pois estou me sentindo bem melhor”. Engoli seco com um nó na garganta, e o abracei em silêncio.15.10.2009



Aquela senhora idosa não tinha condições de freqüentar os cultos de sua igreja. Incapaz de mover-se sozinha, dependia da ajuda de outras pessoas para as mínimas tarefas domésticas de sua casa, bastante simples. Mas ela mantinha vida espiritual vitoriosa e abundante. Prezava a comunhão com Deus, lia a Bíblia constantemente, orava dia e noite, andava na comunhão do Senhor, e alegrava-sesobremaneira quando outras pessoas vinham vê-la. Nessas ocasiões, os visitantes saíam ricamente abençoados, confortados, e, com satisfação, davam testemunho disso. Um dia, uma irmã chegou quase à noite à casa da mulher fisicamente inválida, desculpando-se e dizendo: "Lamento muito ter vindo a esta hora. É que eu fiz outras visitas, antes de chegar aqui." "Eu também, querida, estive hoje visitando várias pessoas", respondeu a mulher. "Como é isso possível? A senhora não pode sair de casa!" "Ah, meu corpo está impedido, mas, como dizia o apóstolo Paulo que a Palavra não estava presa, também meu espírito está livre. Todos os dias visito o povo de Deus com minhas orações, sem sair daqui!".

Quando a igreja ora, o reino de Deus e a obra do evangelho avançam, porque "quando trabalhamos, nós trabalhamos; quando oramos Deus trabalha" - Oswald Smith.

Lembre-se, Deus não prometeu providenciar ou suprir todos os nossos desejos, mas sim todas as nossas necessidades.

O mulçumano é diferente. É de se admirar o seu fervor. Faz suas orações a Alá cinco vezes ao dia: ao amanhecer, ao meio-dia, no meio da tarde, ao pôr do sol e à noite. Ajoelha-se, não importa onde esteja, inclina seu rosto em terra e esfrega sua testa no chão. No cartaz da campanha de Missões Mundiais das Igrejas Batistas em 2005, estava um mulçumano de olhos fechados, com as mãos abertas próximas ao rosto. Percebendo-se em sua resta um cor mais clara, algo semelhante a um grande calo, por esfregar sua testa na terra, como conseqüência do seu ardor religioso. O fervor de um mulçumano fica evidenciado quando ele se oferece para ter seu corpo envolto com bombas que explodirão contra alvos inimigos. Cheio de fervor e fanatismo, morre em prol de sua fé.

Constatou o Instituto Barna, numa pesquisa realizada com 614 pastores evangélicos, de várias denominações, nos Estados Unidos - Os pesquisadores perguntaram aos pastores quais seriam suas prioridades para 2005, a partir de uma lista de 12 diferentes ênfases ministeriais ficou mais ou menos assim: discipulado, evangelismo, pregação, visitação, aconselhamento, adoração, ministério com adolescentes, missões, ação social, ministério com crianças, ministério com famílias e oração. Não resta dúvida que cada pastor tem a sua paixão por uma área do ministério.  - Oikos

Walmir Vieira, pastor, observou alguns equívocos nas orações: "Que tu possas, Senhor...". Deus sempre pode. Depende apenas de Sua vontade. "Entramos na Sua presença". O ideal é que nunca saiamos da presença de Deus. "Venha de encontro às nossas necessidades". Vir de encontro é trombar. Geralmente, o que queremos pedir é que Deus venha ao encontro de nossas necessidades. "Consagra nossas vidas". Na verdade, quem deve consagrar a vida somos nós. Cabe a Deus santificar uma vida consagrada.

Valdemy Braga, jocuneiro (Jocum - Jovens Com Uma Missão), declarou certa vez, em junho/2005: "Eu preciso ser a resposta prática de minhas próprias orações".

Há muitos que pensam que as expressões de louvor de nossas orações têm a finalidade de Lhe conquistar a simpatia, quando, na verdade, o louvor visa mostrar as diferenças entre Ele e nós, o Perfeito ouvindo os imperfeitos, os imperfeitos buscando o Perfeito. Na verdade, se as nossas vidas estiverem realmente compromissadas com o louvor da glória de Deus, "seremos para os outros a manifestação visível da graça de Deus operando através de nós e em nós (Peterson, Eugene, O Pastor Desnecessário, Textus).

Como diz Burber: "A verdadeira religião nos ensina a encontrar Deus e não a manipulá-lo". Kushner comenta o seguinte: "Se eu rezar adequadamente, persuadirei Deus a me fazer rico e bonito". O verdadeiro fiel diz: "Se eu rezo adequadamente, chegarei a conhecer Deus, e, então, ser rico e bonito será bem menos importante para mim". - Isaltino Gomes Coelho, O Jornal Batista, 24.11.2002.

É muito fácil orar "seja feita a tua vontade na terra...", mas é muito difícil orar "seja feita a tua vontade na minha vida".

Me lembro da menina que, num culto doméstico, disse ao pai, um homem rico, que queria ser Deus. O pai perguntou por quê. E ela respondeu: "Porque eu usaria o dinheiro do senhor para atender as orações que o senhor faz, pedindo a Deus que ajude aos necessitados". Alguns de nós agimos como este homem. Pedimos que Deus aja e faça alguma coisa como se isto nada tivesse a ver conosco. Mas somos seus instrumentos neste mundo. Ele age por meio de nós!

Norman Vincent Peale, ex-pastor da Igreja do Colégio de Mármore em Nova York, fala sobre a prática do "silêncio criador" nos cultos da sua igreja como sendo um momento de refrigério espiritual, citando vários exemplos de pessoas antes angustiadas e que foram grandemente abençoadas por essa prática. Receba as bênçãos do silêncio criativo. Os momentos de oração silenciosa podem ser extremamente preciosos para o seu crescimento espiritual.

"Vamos orar pelo assunto" - Muitas vezes, usamos uma artificial espiritualidade com intenção protelatória. Vamos orar e agir!

Na revista de devocionais Manancial (editado pela Mulheres Cristãs em Ação, da Convenção Batista Brasileira), escreveu um pastor: "Em nossa igreja temos uma irmã cujo filho desapareceu sem dar notícias. Ela e sua nora procuraram-no em todos os lugares possíveis, sem, encontrá-lo. Clamávamos constantemente para que Deus revelasse o que havia acontecido. Certo dia estava orando e comecei a suplicar a Deus que me respondesse onde estava esse rapaz. O Senhor me respondeu que o seu corpo estava embaixo da ponte. "Mas que ponte, Senhor?E não tive resposta. No dia seguinte, quando falei com a irmã, ela me disse que sua nora havia sonhado que o seu esposo havia lhe dito: "Não estou mais com vocês. Estou preso embaixo da ponte". Quando ela me disse isso, contei-lhe o que o Senhor me havia revelado. Dias depois, quando aquela irmã foi no Instituto Félix Pacheco descobriu que ele havia sido enterrado como indigente  e que o seu corpo tinha sido encontrado embaixo da ponte Marapendi...

Segundo Antonio Mesquita, o mundo é movido por leis, mas o Deus que criou o mundo é movido pela oração.

A família estava sentada à mesa farta para a oração. O pai falou: "Vamos orar". Uma das crianças perguntou imediatamente: "Orar para pedir o que, pai?" "Nada", disse o pai; "simplesmente para louvarmos a Deus pela sua bondade, amor, e pelo alimento que Ele nos deu". Como aquela criança, muitas vezes oramos para pedir, reclamar, contar nossas lutas e problemas, ou mesmo para agradecer a Deus. Nada de errado, porém, poucas vezes oramos para louvar a Deus.

Certa vez, uma mãe procurou seu pastor a fim de reclamar do filho adolescente. Ela falou: "Pastor, já fiz de tudo, agora só me resta orar". Pobre mãe, orar deveria ser a primeira coisa a fazer...

Um soldado, pego rastejando de volta ao quartel, foi levado ao comandante e considerado culpado de se comunicar com o inimigo. Como única defesa, ele afirmou que foi orar sozinho e não se comunicar com o inimigo como achavam. "Ajoelhe-se e ore agora!" Bradou o oficial. Esperando morte imediata, o soldado derramou sua alma em oração. "Pode ir", disse o comandante, "acredito em sua história. Se você não orasse tão freqüentemente não teria feito tão bem esta oração".

Já ouvi dizer: "Se Deus sabe das coisas antes que eu fale, se ele conhece as minhas necessidades sem que as apresente, para que orar?" Isso faz lembrar a história da mulher que escreveu seus motivos de oração num cartaz e colocou na parede. Quando indagada sobre o assunto, ela respondeu: "Assim não preciso cada dia falar sobre isso, Deus já sabe". Atitudes assim ignoram a verdadeira natureza da oração. Orar não é estabelecer uma relação de troca com Deus, não é informá-lo ou pressioná-lo sobre o que precisamos, mas é um relacionamento prazeroso entre filhos e pais. É um encontro da nossa carência com as riquezas do Pai.

É duro saber qual ação é mais difícil na oração: se pedir, se esperar ou se entregar. É fácil, no entanto, saber que, sem oração, Deus não age em nosso favor.

Um homem estava impressionado com as maravilhas que Deus operava através do ministério Moody e resolveu saber de Moody quantas vezes por dia ele orava. Moody respondeu: "Uma vez". O homem ficou perplexo e indagou: "Uma vez apenas?" E Moody então completou: "Sim, eu começo a orar ao Senhor quando acordo e digo amém à noite, quando me deito...". Moody estava tentando transmitir àquele homem que a oração não consiste apenas de "momentos na vida", mas tem de ser para o crente genuíno um estilo de vida. E foi isso que o Senhor ordenou: "Orai sem cessar" (2Ts 5.17). 

O pastor Paul Yonggi Cho perguntou ao Billy Graham: "Se você tivesse oportunidade de dar três conselhor para o mundo, quais vocêdaria?" Billy Graham respondeu: "Primeiro: Ore Segundo: Ore. Terceiro: Ore".





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